Também ando a escrever um livro, inspirada pela coleção de não-ficção da Companhia das Letras (sobretudo pelos livros de Susana Moreira Marques e, mais recentemente, Margarida Ferra). São reflexões, apontamentos, pequenas histórias sobre a história da minha família e sobre como se conta a história de uma família.
Que bonito, Raquel. A família é uma das criações mais extraordinárias da humanidade. Vou querer muito ler o teu livro um dia. Obrigada por partilhares!
Não sei se alguma vez verá a luz do dia, mas se não encontrar casa, invento-lhe uma por aqui. Obrigada eu por me incentivares a partilhar (e, de certa forma, a tornar a coisa mais real).
Faz todo o sentido. Antecipar realidades que desejamos, ou talvez de curar ausências. É como deixar uma versão paralela de nós próprios viver num tempo suspenso. E quem decide o que é mais real: o que vivemos ou aquilo que sentimos tão intensamente como se fosse uma memória? Obrigada, Araci.
Quando bati de frente com a palavra "luto" parei ler por uns instantes. Há, nessas muitas outras vidas que acontecem noutras dimensões em paralelo, pessoas, momentos e acontecimentos dos quais sinto saudades, desejo ou simples nostalgia. Outras balas das quais me desviei, é certo, mas há muita saudade de passado - coisas boas, principalmente. Faz sentido fazer o luto delas e escrever talvez seja o melhor dos processos. Fico à espera para ler!
Entre as saudades e os alívios, escrever é a minha forma de me reconciliar com essas vidas paralelas e a forma mais suportável de fazer esse luto. Obrigada pelas tuas palavras, João :)
Também ando a escrever um livro, inspirada pela coleção de não-ficção da Companhia das Letras (sobretudo pelos livros de Susana Moreira Marques e, mais recentemente, Margarida Ferra). São reflexões, apontamentos, pequenas histórias sobre a história da minha família e sobre como se conta a história de uma família.
Que bonito, Raquel. A família é uma das criações mais extraordinárias da humanidade. Vou querer muito ler o teu livro um dia. Obrigada por partilhares!
Não sei se alguma vez verá a luz do dia, mas se não encontrar casa, invento-lhe uma por aqui. Obrigada eu por me incentivares a partilhar (e, de certa forma, a tornar a coisa mais real).
Ando a escrever memórias que gostaria de viver. Será que faz algum sentido?
Faz todo o sentido. Antecipar realidades que desejamos, ou talvez de curar ausências. É como deixar uma versão paralela de nós próprios viver num tempo suspenso. E quem decide o que é mais real: o que vivemos ou aquilo que sentimos tão intensamente como se fosse uma memória? Obrigada, Araci.
Quando bati de frente com a palavra "luto" parei ler por uns instantes. Há, nessas muitas outras vidas que acontecem noutras dimensões em paralelo, pessoas, momentos e acontecimentos dos quais sinto saudades, desejo ou simples nostalgia. Outras balas das quais me desviei, é certo, mas há muita saudade de passado - coisas boas, principalmente. Faz sentido fazer o luto delas e escrever talvez seja o melhor dos processos. Fico à espera para ler!
Entre as saudades e os alívios, escrever é a minha forma de me reconciliar com essas vidas paralelas e a forma mais suportável de fazer esse luto. Obrigada pelas tuas palavras, João :)
E tudo o que podia ter sido. Desnascer a todo o instante. Secar na toalha e voltar a afundar. Sou muito isto. Obrigado.
O eterno desnascer. É nessa dança que nos recriamos. Também sou muito disso. Obrigada por partilhares.