O aquecimento global(...)pede-nos que aceitemos que a forma como organizámos a vida colectiva pode não ser compatível com a sua continuidade.Pede-nos luto.O luto de um imaginário que se quis infinito.
Um texto magnífico, sem dúvida! Parabéns pelo trabalho e obrigado pela divulgação.
Penso que será importante, apesar de tudo, ainda que culturalmente possamos ter as nossas idiossincrasias numa ideia de uma entidade coletiva que não existe de facto, será importante perceber como os impérios, que se manifestam através de estados - alguns considerados democráticos - e grandes corporações, nunca resolveram de facto os grandes males que, talvez eles próprios, os criaram, como a absoluta miséria de uma massa populacional enorme, as alterações climáticas são mais umas, e isto, tudo isto, merece reflexão e ação sobre a forma como nos organizamos coletivamente. Será possível, certamente, embora seja difícil, para mim, encontrar uma saída deste labirinto imperial.
Obrigada, Emílio, pela leitura atenta e pelas palavras generosas :) Concordo: essa entidade colectiva que invocamos raramente existe fora das estruturas imperiais que tendem a reproduzir os males que dizem combater. A crise climática torna isso especialmente visível. Pensar uma saída é difícil, mas talvez comece por recusar a ideia de inevitabilidade. Um abraço.
Um texto magnífico, sem dúvida! Parabéns pelo trabalho e obrigado pela divulgação.
Penso que será importante, apesar de tudo, ainda que culturalmente possamos ter as nossas idiossincrasias numa ideia de uma entidade coletiva que não existe de facto, será importante perceber como os impérios, que se manifestam através de estados - alguns considerados democráticos - e grandes corporações, nunca resolveram de facto os grandes males que, talvez eles próprios, os criaram, como a absoluta miséria de uma massa populacional enorme, as alterações climáticas são mais umas, e isto, tudo isto, merece reflexão e ação sobre a forma como nos organizamos coletivamente. Será possível, certamente, embora seja difícil, para mim, encontrar uma saída deste labirinto imperial.
Força e um abraço!
Obrigada, Emílio, pela leitura atenta e pelas palavras generosas :) Concordo: essa entidade colectiva que invocamos raramente existe fora das estruturas imperiais que tendem a reproduzir os males que dizem combater. A crise climática torna isso especialmente visível. Pensar uma saída é difícil, mas talvez comece por recusar a ideia de inevitabilidade. Um abraço.
Recusar a inevitabilidade, sempre! Abraço.
Espetacular bem escrito e com conteúdo assinalável à compreensão Humana? Talvez? Logo se verá!