(...) Amar a imagem em detrimento da pessoa é ceder ao fascínio do incorruptível, ainda que esse incorruptível seja apenas ausência travestida de plenitude. (...)
Entre a proto-representacão típica de Magritte e a verdadeira caverna de Platão em que vivemos hoje, há aqui matéria para horas e horas de conversa. Fantástico, D.!
Entre a proto-representacão típica de Magritte e a verdadeira caverna de Platão em que vivemos hoje, há aqui matéria para horas e horas de conversa. Fantástico, D.!
Obrigada Luís :)